sábado, janeiro 07, 2012


Fiz com latinhas de refrigerante

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Já tenho um post aqui de flores que fiz de latinhas de refrigerante. Foram minhas primeiras tentativas e essas flores decoram uma janela reciclada (marcador janelas), que decora uma parede na casa da minha mãe. Inda bem que não desisti das latinhas... dá mesmo um trabalho! É na hora de cortar, na hora de pintar, vou te fala viu, mas acho que estou me saindo bem com elas. Tinha uma moldura que foi garimpada por aí depois, recuperada.
Não sabia se colocava espelho ou uma gravura, essa indecisão durou até que surgissem as flores de latinhas!

Amei fazê-las!!

Mas não parei por aí. Enquanto eu e o Bem, limpávamos e cortávamos as latinhas, ficamos imaginando o que fazer com o fundo delas. Não demorou muito e imaginei-os pintados de vermelho brilhante e surgiram lindas cerejas. Fiz as folhinhas e lembrei-me de uma bandeja de MDF que não usava mais. Pintei a bandeja de preto e colei as cerejinhas e folhinhas, pintei os cabinhos de verde. Confira:




quarta-feira, janeiro 04, 2012


Pensando bem...

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Li o livro: Uma verdade inconveniente, escrito por Al Gore, muito esclarecedor em relação ao aquecimento global. Recomendo.
Entre tantas informações, uma palavra me chamou a atenção: PRECICLAR que nada mais é que "dar preferência àqueles produtos com embalagens recicladas ou sem excesso de embalagens".


"Podemos começar a fazer uma diferença positiva aprendendo de que modo nossa maneira de viver exerce um impacto sobre o ambiente global" Al Gore


O  que eu e você podemos fazer para combater a crise climática:


1. Utilize e conserve corretamente os aparelhos domésticos
2. Reduza o desperdício de energia
3. Use o transporte coletivo sempre que possível  
4. Consuma menos, conserve mais
5. Compre produtos duráveis
6. Use sacola de compra reutilizável
7.Compre produtos locais
8. Não desperdice papel
9. Recicle
10. Reutlize


Desse mesmo livro, destaquei essa frase: " A era da procrastinação, das meias medidas, dos expedientes que acalmam  e confundem, a era dos adiamentos está chegando ao fim. no seu lugar, estamos entrando na era das consequencias" Winston Churchill, 1936

segunda-feira, janeiro 02, 2012


Bancos

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Se você prestar atenção por ai, sempre vimos palet ou sobras de madeira, se passar por perto de uma marcenaria também é possível encontrar algumas sobras. Eu aproveito todas. Esse banquinho que o maridão fez, foi feito com sobras de madeira recolhidas em uma marcenaria:
Pensei em só pintar. Mas para um acabamento mais bonito, estampei um pedaço de lonita que já havia sido uma sacola. 


Então com um pedaço de espuma e o tecido estampado por mim, ficou assim:



Esse banco é o marco de como o nosso projeto começou. Já havia partilhado em casa,  um projeto que estava ainda só na mente que queria muito por em prática. Estava buscando a orientação divina para isso e esperava a ajuda e compreensão do Bem, pois sempre que expus algo, ele me ajuda a realizar. E foi assim que passando por determinado lugar encontramos a cabeceira e pés do que já havia sido uma beliche. E como já havíamos combinado, só traríamos para algo que valesse a pena ser recuperado. Examinamos as peças e certificamos que era madeira da boa! Pena que não fotografamos o antes. Mas olha como ficou:



sexta-feira, dezembro 30, 2011


meu ateliê

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Um cantinho para fazer arte! Esperei muito tempo para ter meu cantinho. Mas, esse ano, graças a Deus, consegui, com a ajuda do Bem, claro! Desde que compramos esse espaço, eu disse que queria um dos cômodos de uma pequena casa que já havia, para meu ateliê. Então, o Bem colocou um piso (baratinho), forramos, pois não tem laje, porta e janela foram reaproveitadas. Na hora da pintura, então esmerei! gosto muito de listra, depois de medir, colocar fita, pintamos: 

Tudo no ateliê é reciclado, reutilizado, reaproveitado (todos os rs).Veja o balcão. O tampo dele estava ruim. Fizemos um mosaico (o primeiro da minha vida) com as sobras do próprio piso. A moldura da parede achamos na rua, pintei de branco e fiz uma pintura com estencil. Os quadrinhos são porta-retrato antigos que os vidros quebraram, então usei tecido floral. Ah! usei rolinhos de papel higiênico para decorar a parte interna da moldura.




Como não tinha dinheirinho para comprar armários, coletei por aí, uns caixotes e gavetas e pintei, decoupei...



Até o cantinho do computador (velhinho) foi todo feito de material que alguém teve coragem de descartar em ruas e calçadas:

Mas tem algo que apesar de bem velhinha, guardo com muito carinho, inda mais depois que um técnico a viu e disse que é possível deixá-la funcionando. Então, assim que tiver um dinheirinho, vou concertá-la, claro que com a permissão da minha mãe, pois ela deixou comigo já faz um tempão. 


Olha ela aí enfeitando o balcão do ateliê.
O porta pincéis e tesouras foi feito de sobras de calças jeans


E aí gostaram do meu cantinho?




terça-feira, dezembro 27, 2011


O que você faria com isso?

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Tanto quanto terminar uma peça e admirá-la dá imenso prazer, é encontrar certas peças por aí. Não que fique feliz porque jogam, mas porque eu as encontrei. É como se elas estivessem a salvo, dá para entender? Pois é, esse negócio de interpretar a ideia do outro é para quem tem gosto pelas mesmas coisas. Tem pessoa que ao ver peças expostas ao tempo (jogadas mesmo) falam: Ah! se a Dirce ver... Não fico nem um pouco preocupada ao associarem meu nome ao "lixo" pois sou consciente e amante de um ambiente limpo!!!
Mas, vamos lá? Responda à pergunta do marcador?  O que você faria com isso? Aguardo sugestões:


Passávamos por uma praça quando meus olhos cruzaram com essa peça. O mais curioso é que bem ao lado fica um local de recepção de coleta.


Esse é o tampo do que havia uma mesa de centro.

Passando por uma estradinha de terra, descobrimos um grande "lixão a céu aberto". Paramos para dar uma garimpada. Ficamos tristes pois, um lindo pé de cama de madeira estava sendo queimado sem chance de ser salvo. Mas recolhemos essa veneziana, parte do que já foi uma porta.


Aguardamos sugestões, hem?! Comentem!




sexta-feira, dezembro 16, 2011


Poltronas recicladas

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Essa poltrona também foi encontrada à margem de uma rodovia e resgatada pelo Bem. Também aparece no post garimpagem:


Com muito carinho, cuidamos dela. Escolhi um tecido legal, na cor azul (do Bem) e novamente convidamos o irmão do Bem para nos ajudar, já que ele manja de tapeçaria. Ontem  conseguimos terminar. Olha como ficou:

Espero que tenham gostado do novo visual de nossa poltrona!!



Lembram-se dela? Ela aparece no post garimpagem. Foi recolhida numa avenida da cidade vizinha. Contei para minha mãe sobre esse achado e ela mesmo sem ver se apaixonou e pediu que reformasse para ela. Olha o estado da dita cuja:

Não está mais assim. Minha mãe comprou o tecido. Como nem eu nem o Bem (meu marido) nunca estofamos uma peça assim, chamamos o irmão do Bem que já foi tapeceiro para nos ensinar. Não é difícil. Só sei que a bela está ocupando um lugar especial na casa da minha mãe, frente a tv, lugar onde gosta de fazer seus tapetes de crochê. Olha como ficou:
seu estado? perfeito!!

Bem, o de azul, ajudando e aprendendo. Ah! Até os botões foram reciclados! Recebeu tinta laranja e reaproveitados!!!

Ei-la, majestosa!!!
 Lindaaaaaaaaaa!!!!!!!!!!




domingo, dezembro 11, 2011


Meu Sonho

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Sonhamos! Sempre sonhamos. Eu sonho. Sonho com um mundo melhor. Tento fazer a minha parte. Fazer minha parte com arte. Garimpar é uma arte. Tenho um quartinho (cômodo) onde guardo tudo o que acho que pode ser reciclado, transformado. Nesse cômodo, quase não dá mais para entrar de tantas peças ou partes delas que estão amontoadas esperando a chance de servir novamente na mesma ou em outra função.
Então, qual é o sonho de uma pessoa que "pega lixo" e traz para casa? Vou compartilhar com vocês o sonho meu e de meu esposo. Sonhamos com o dia em que o nosso tão esperado barracão seja construído  o espaço na chácara nós temos), e aí então trabalhar nessas peças, fazer uma exposição mostrando como era o antes e o depois. Temos fotos e a história de como e onde as encontramos e as que pessoas que pensam num planeta saudável, recolhem e nos doam.
Cada peça resgatada dos lixões, cada latinha retirada das calçadas e ruas, sinto contribuir um pouquinho para a melhoria do nosso ambiente.
Sonho encontrar parceiros para a continuidade desse trabalho
Sonho com a compreensão do ser humano.
Entristeço-me com a facilidade da aquisição desse móveis populares (preços baixos), pois só quem tem coragem de visitar lixões a céu aberto e vê a quantidade de camas, armários e sofás de péssima qualidade jogados, às vezes sendo queimados aumentando a poluição numa metrópole como a nossa cidade. Mas muitas vezes não é só em lixões que encontramos peças de excelente qualidade (madeira) junto aos muros ou canteiros das ruas e avenida de nossa cidade. Vejam esse peça:


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